05/02/2012

Técnica identifica Alzheimer na fase final


Pesquisadores da USP 
estudam biomarcadores 
que Poderão ajudar 
no diagnóstico 
Precoce da doença


Elessandra Asevedo





Atualmente, há cerca de 20 milhões  de casos da doença de Alzheimer no  mundo e, devido ao aumento da expectativa de vida e envelhecimento populacional, em 2040 serão 80 milhões de  indivíduos portadores deste distúrbio  neurodegenerativo que afeta funções cognitivas, como a memória, e em estágio avançado gera alterações psíquicas e comportamentais, comprometendo a vida social e ocupacional. Para antecipar o diagnóstico da doença, considerada a principal causa de demência na população do planeta, e aumentar a sobrevida dos pacientes, pesquisadores do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq-HC-FMUSP) estudam biomarcadores que sinalizam a presença da enfermidade no cérebro antes de surgirem os sintomas da doença.

A técnica consiste no estudo de três marcadores presentes no líquido cefalorraquidiano (LCR), também chamado de líquor, que banha o cérebro e a medula espinhal. “Por meio da análise laboratorial, utilizando métodos sensíveis para determinar as concentrações desses marcadores no líquor – que é retirado do paciente por meio de uma punção lombar – podemos identificar  proteínas que sinalizam a presença da doença no cérebro mesmo antes de ela se manifestar clinicamente. Quando há a redução do peptídeo beta-amiloide, popularmente chamado do Abeta42, e aumento da proteína Tau total e da fração fosforilada da proteína Tau –  Tau hiperfosforilada –, temos a assinatura patológica da doença de Alzheimer no líquor”, explica o psiquiatra Orestes Vicente Forlenza, professor associado do Departamento de Psiquiatria da FMUSP e corresponsável pelo estudo. 
O objetivo dos pesquisadores é antecipar o diagnóstico da doença entre a fase inicial – que é silenciosa, se desenvolve lentamente e pode durar vários anos ou décadas – até o período em que começam a surgir os primeiros sintomas, como as 
falhas de memória e de processamento intelectual. Com isso será possível iniciar o tratamento farmacológico e não farmacológico e, assim, aumentar a sobrevida dos pacientes o que, atualmente, costuma variar de 8 a 12 anos. Contudo, nas 
formas mais graves a doença pode progredir rapidamente, levando ao óbito em menos de cinco anos. 
Hoje, para um diagnóstico mais preciso na fase pré-demência, o médico tem de esperar por volta de seis meses a um ano para fazer uma reavaliação longitudinal para caracterizar se o sintoma incipiente, como um esquecimento leve, passou a ser mais significativo. Mesmo com a tecnologia envolvida nesta pesquisa, que dá um grau de segurança acima de 90% quando se trata da doença em fase pré-demencial, os dados laboratoriais gerados pela técnica devem ser confrontados com informações clínicas, neurológicas e psiquiátricas, e com outros exames que descartam causas e anormalidades em outros órgãos que podem causar a perda da memória. O estudo da USP também é coordenado pelo psiquiatra Wagner Gattaz e conta com equipe multiprofissional com cerca de 40 profissionais do Laboratório de Neurociências do IPq, entre médicos, psicólogos, biólogos e farmacêuticos. Esta linha de pesquisa é realizada mundialmente de maneira bem consistente e tem grupos fortes na Suécia, Alemanha e Bélgica. No Brasil, o método foi implantado em 2006 pelo grupo do IPq que, além de introduzir a tecnologia, colabora de forma conjunta com outros laboratórios em prol do conhecimento. A pesquisa brasileira também objetiva validar os métodos a redução do peptídeo beta-amiloide, popularmente chamado do Abeta42, e aumento da proteína Tau total e da fração fosforilada da proteína Tau –  Tau hiperfosforilada –, temos a assinatura patológica da doença de Alzheimer no líquor”, explica o psiquiatra Orestes Vicente Forlenza, professor associado do Departamento de Psiquiatria da da FMUSP e corresponsável pelo estudo. 
O objetivo dos pesquisadores é antecipar o diagnóstico da doença entre a fase inicial – que é silenciosa, se desenvolve lentamente e pode durar vários anos ou décadas – até o período em que começam a surgir os primeiros sintomas, como as 
falhas de memória e de processamento intelectual. Com isso será possível iniciar o tratamento farmacológico e não farmacológico e, assim, aumentar a sobrevida dos pacientes o que, atualmente, costuma variar de 8 a 12 anos. Contudo, nas 
formas mais graves a doença pode progredir rapidamente, levando ao óbito em menos de cinco anos. 
Hoje, para um diagnóstico mais preciso na fase pré-demência, o médico tem de esperar por volta de seis meses a um ano para fazer uma reavaliação longitudinal para caracterizar se o sintoma incipiente, como um esquecimento leve, passou a ser mais significativo. 
Mesmo com a tecnologia envolvida nesta pesquisa, que dá um grau de segurança acima de 90% quando se trata da doença em fase pré-demencial, os dados laboratoriais gerados pela técnica devem ser confrontados com informações clínicas, neurológicas e psiquiátricas, e com outros exames que descartam causas e anormalidades em outros órgãos que podem causar a perda da memória. 
O estudo da USP também é coordenado pelo o psiquiatra Wagner Gattaz e conta com equipe multiprofissional com cerca de 40 profissionais do Laboratório de Neurociências do IPq, entre médicos, psicólogos, biólogos e farmacêuticos. Esta linha de pesquisa é realizada mundialmente de maneira bem consistente e tem grupos fortes na Suécia, Alemanha e Bélgica. No Brasil, o método foi implantado em 2006 pelo grupo do IPq que, além de introduzir a tecnologia, colabora de forma conjunta com outros laboratórios em prol do conhecimento.
A pesquisa brasileira também objetiva validar os métodos diagnósticos na população local usando como base as pesquisas 
realizadas no exterior, já que povos de continentes diferentes nem sempre possuem o mesmo perfil.
  
AINDA EM ESTUDO
Segundo o psiquiatra Orestes Forlenza, este método ainda pertence ao domínio de pesquisa e não pode ser usado clinicamente, pois problemas com a estabilidade da técnica e a confiabilidade do procedimento, assim como a discrepância entre laboratórios que fazem a mesma marcação, devem ser superados. “Mas acreditamos que, em um ou dois anos, o método já estará disponível em laboratórios e hospitais de todo o País. Para isso, esperamos a validação e superação de todas as possibilidades de vieses analíticos, tudo com o envolvimento de agências internacionais de qualidade, como a Food and Drug Administration (FDA) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, reforça.  


Fonte: Revista Super Saudável - Publicações da Yakult do Brasil - Ano XII - Nº 53 - Janeiro a Março / 2012
Fonte: http://www.probioticos.com.br/Yakult/Upload/supersaudavel/129720607198335566_yak_53.pdf

BIOSSEGURANÇA SE APRENDE NA ESCOLA

RESIDÊNCIAS MULTIPROFISSIONAIS EM ONCOLOGIA INVESTEM NO ENSINO DO TEMA PARA APRIMORAR A ATENÇÃO À SAÚDE

Medidas simples, como a higienização das mãos, são decisivas na atenção à saúde e essenciais para prevenir casos de infecção hospitalar – complicação evitável que acomete cerca de 14% dos pacientes brasileiros, segundo a Agência nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em âmbito mundial, o centro para Prevenção e controle de doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) estima que um em cada 20 pacientes seja contaminado em ambientes clínicos. Os dados são tão alarmantes que a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu a redução dos riscos de infecções associadas aos cuidados de saúde como uma das seis metas do programa Aliança Mundial para a Segurança do Paciente – e o uso correto da técnica de higiene das mãos está entre as estratégias mais eficientes para o controle do problema.
No Brasil, apesar de a recomendação ser institucionalmente reconhecida, a adesão dos profissionais de saúde à prática ainda é um desafio. “Apenas 40% dos trabalhadores que atuam em hospitais lavam as mãos com a frequência adequada. Ampliar essa cobertura é fundamental, pois 70% dos casos de infecção hospitalar poderiam ser evitados com a adequada higienização das mãos antes da realização de qualquer procedimento invasivo e entre um atendimento e outro", informa Heleno Costa Júnior, coordenador de educação do Consórcio Brasileiro de Acreditação, representante no Brasil da Join Commission Internacional, principal agência acreditadora na área de saúde.

Fonte: Revista INCA Rede Câncer Nº 16 - Dezembro 2011 - Sumário

07/11/2011

DOEM SEUS FRASCOS. PODE-SER DE MAIONESE OU NESCAFÉ, ELES RESISTEM MAIS AO PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO.

Banco de Leite Humano necessita de doação de frascos de vidro


A coleta de vidros, realizada pelo Departamento de Meio Ambiente, beneficia o Banco de Leite Humano (BLH), do Instituto Fernandes Figueira (IFF), da Fiocruz. Os vidros vazios com tampa plástica são utilizados para acondicionar leite humano doados por mulheres do Rio de Janeiro. Os frascos mais utilizados são os de “maionese” e de “café solúvel”, porque são resistentes ao processo de esterilização.
Os recipientes, depois de passarem por um rigoroso processo de esterilização, são utilizados para transporte, processamento e estoque do produto. Após serem reaproveitados por algumas vezes, os vidros doados seguem para a reciclagem.
Veja, abaixo, onde você pode encontrar postos de coleta:
- Centro de Saúde | Ensp;
- Portaria Dirac;
- Entrada da Asfoc;
- Restaurante Bio-Manguinhos;
Não jogue lixo nos coletores utilizados para a campanha de doação de vidros.
Para mais informações, entre em contato com a área de Meio Ambiente da Dirac no e-mail: meioambiente@fiocruz.br ou pelo telefone:(21)2209-2175.

Fonte: DIRAC - FIOCRUZ-RIO-MANGUINHOS

04/11/2011

LANÇAMENTO DO LIVRO "UMA FAMÍLIA BRASILEIRA" DA ESCRITORA DELZA DÓREA

SABER SOBRE NOSSA CULTURA, NOSSO PAÍS É MUITO IMPORTANTE!
SUA PRESENÇA SERÁ MUITO IMPORTANTE!
Vamos prestigiar nossa escritora Delza Dórea, no lançamento do seu livro que será realizado no Espaço Cultural da Câmara de Vereadores da Cidade de Salvador - Bahia - Praça Municipal Tomé de Souza.
Será no dia 11/11/2011 às 16:00 horas
Informações: (71) 33125088/(71)9951-6461

02/11/2011

Muito bem bolado, precisamos aderir!!!


Sem sacola plástica, o que fazer com o lixo?


Dia desses, quando recusei a sacolinha plástica numa loja, ouvi da moça do caixa dizer: "Mas, e agora, como você fará com o seu lixo? Não foi a primeira vez que me perguntaram isso.

A grande justificativa das pessoas que dizem que "precisam" das sacolinhas é a embalagem do lixo. Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo? Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório). Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex, etc), pode ir direto para a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro (absorventes, fio dental, cotonetes), o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A ideia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.  
Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, mantendo a base para baixo.
Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.
Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.
Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:
Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.  
Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:
Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!
É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!
Que tal?
Pode parecer complicado vendo as fotos e lendo as instruções, mas faça uma vez seguindo o passo a passo e você vai ver que depois de fazer um ou dois você pega o jeito e a coisa fica muito muito simples. Daí é só deixar vários preparados depois de ler o jornal de domingo!

Mas antes não se esqueça de reduzir a quantidade de lixo usando racionalmente os materiais e separando papéis, plásticos, vidros, metais, tetrapaks... lembre-se: tudo que pode ser utilizável ou reprocessado não é lixo, é resíduo, é reciclável!
(SOUBER FONTE, INFORME NO COMENTÁRIO DA MATÉRIA, POR FAVOR. NÃO ME ENVIARAM A FONTE).

06/08/2011

Jovens debatem sobre gestão participativa no SUS durante 3º Compartilhando



A poluição do rio Faria Timbó, que passa por Manguinhos, e os possíveis problemas de saúde causados pela ausência de saneamento básico na região foram um dos assuntos discutidos por cerca de 120 pessoas, na última quinta-feira (14/7), durante o 3º Compartilhando . O evento é realizado pela Coordenadoria de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz e promove a troca de conhecimentos entre crianças, jovens e adolescentes que participam de projetos sociais da Fiocruz.

“É muito bom poder participar de um evento como este porque aprendemos mais sobre os nossos direitos quando precisamos do atendimento público de saúde e podemos repassar esse conhecimento para outras pessoas”, disse Matheus Macedo, de 16 anos, aluno do Programa de Qualificação de Monitores e Centros de Ciência, do Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O primeiro grupo a se apresentar foi do projeto Oficina Portinari, do Espaço Casa Viva, em Manguinhos, com a exibição de um curta-metragem, que mostra a angústia de um menino, morador de Manguinhos, que tenta entender o que significa a palavra “participação” na área da saúde, enquanto conversa com a mãe e durante um passeio pelas margens do rio Faria Timbó. Todas as apresentações do 3º Compartilhando foram baseadas na temática “Gestão Participativa e Participação Social no SUS”, já que 2011 é o ano da 2ª Conferência Nacional da Juventude, que tem como tema “Juventude, Desenvolvimento e Efetivação de Direitos”, e da 14ª Conferência Nacional da Saúde com temática sobre “Todos usam o SUS! SUS na Seguridade Social, Política Pública e Patrimônio do Povo Brasileiro”.

“Participar na saúde é lutar pelos seus direitos, fazer com que você só saia do médico apenas quando estiver bem e medicado”, disse Alexandre Souza, de 9 anos, protagonista do curta-metragem.

Os alunos do Programa de Qualificação de Monitores e Centros de Ciência apresentaram um esquete com jogral “Direitos salvam vidas?”, que conta a história de um jovem que não consegue um atendimento rápido no hospital público para o pai dele, que estava baleado e morreu no local. Os jovens falaram das próprias experiências quando precisam de atendimento nos hospitais públicos da cidade. Alexandre Souza contou que, no ano passado, ele, a mãe e o irmão dele ficaram das 14h às 23h no hospital público aguardando o atendimento para o irmão de Alexandre, de 16 anos, que estava com dengue.

“Os médicos deveriam se colocar no nosso lugar. Não é justo a gente ficar quase 9 horas esperando por um atendimento”, completou Alexandre.

Jovens participantes da Oficina do Empreendedor apresentaram a dinâmica “Como lidar com o poder”, onde foram destacadas características empreendedoras no âmbito social e individual e como os jovens podem trabalhar o marketing pessoal, cuidando da sua própria imagem profissional.

A Escola de Música de Manguinhos apresentou um quadro “O povo pergunta e a música responde”, onde trechos de músicas foram cantados para responder perguntas sobre questões sociais e da saúde.

A última atividade do evento foi a realização de um debate sobre a gestão participativa no SUS. O debate foi mediado por Gilberto Reis, do CSEGSF/ENSP (Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz) e Elisabeth Campos, coordenadora do Espaço Casa Viva/RedeCCAP. “O acesso ao SUS é um direito de todos os brasileiros. Nós precisamos cuidar do SUS e a melhor forma de cuidarmos dele é participando”, disse Reis. Durante o debate, foram levantadas questões de como o jovem pode participar de movimentos sociais que visam a melhoria no atendimento público de saúde e das condições de vida da população.

“É fantástico este evento por proporcionar aos jovens um espaço onde eles têm voz para discutir assuntos importantes como o da saúde pública e o nosso papel como adultos é preparar o ambiente onde eles podem trocar conhecimentos”, disse Sandra Vivoni, coordenadora pedagógica da Oficina do Empreendedor do Bio-Manguinhos Fiocruz. 

O evento Compartilhando integra um conjunto de ações que culminará com a realização, em outubro próximo, do Seminário Diretrizes da Fiocruz para o Segmento Infanto-Juvenil.

FONTE: COORD COOPERACAO SOCIAL - INFORMES - FIOCRUZ - RIO - MANGUINHOS
Fonte 

"QUEIMADURAS E FARINHA DE TRIGO..."

QUEIMADURAS COMO ENFRENTA-LAS SERÁ QUE FUNCIONA???


 Uma vez eu estava cozinhando milho verde e quando enfiei o garfo na água fervendo para ver se o milho estava pronto, eu sem querer enfiei a mão toda dentro da água fervendo.... Um amigo meu que era veterano de guerra no Vietnam, chegou lá em casa justamente quando eu estava gritando de dor, e ele me perguntou se eu tinha e onde estava a farinha de trigo... Eu mostrei-lhe, ele tirou o pacote e enfiou minha mão inteira dentro. Ele disse pra eu conservar a mão na farinha por 10 minutos, o que eu fiz. Diz ele que no Vietnam, um camarada estava incendiado, e no pânico, os camaradas jogaram um saco de farinha nele todo, o que apagou o fogo.. bem, isto não só apagou o fogo, mas ele não teve nem sequer um bolha!!!!SOOOO, encurtando a estória, eu pus minha mão no saco de farinha por dez minutos, e quando a retirei não tinha nem uma mancha vermelha nem bolha e NEM DOR ALGUMA!!! Agora, eu mantenho um pacote de farinha de trigo na geladeira e toda vez que me queimo eu uso a farinha e NUNCA tive uma bolha nem cicatriz nem nada. A farinha gelada é melhor ainda do que a com temperatura ambiente. Milagre, se você me perguntar. Mantenha um saco de farinha de trigo na sua geladeira, você ficará feliz de assim ter feito, eu que o diga. Uma vez eu queimei minha língua e coloquei a bendita farinha na hora, e após dez minutos a dor tinha passado e não deixou bolha...Experimente e verá que é verdade. Lembre de pôr a parte queimada diretamente na farinha, não enxague em água fria antes. DIRETO NA FARINHA POR DEZ MINUTOS E VOCÊ  EXPERIMENTARÁ ESTE MILAGRE.


Fonte e autor desconhecido. Por favor, caso saiba informe em comentários para os devidos créditos.

Como surgiu a expressão Tchê!

Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus. Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Jesus pelo seu Jeito "Galileu" de se expressar.No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?
Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso.Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".
Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas européias como o francês, espanhol e o português. Além disso o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.
Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra celestis (se lê tchelestis) e significa do céu. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios acabaram importando para a sua forma de falar.Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do céu".
Que bom seria se todos nos tratássemos assim.Considerando uns aos outros como gente do céu....e que o Patrão Velho te dê uma garupa, tchê.


Recebi por email e não divulgaram a fonte e o autor, se conhece por favor comente para o devido crédito.

17/07/2011

SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL

Belo artigo e, por que não dizer? um Belo conselho...Surpreendente!!!
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano. O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida. Chique mesmo é ser discreto.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras. 


Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta. É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar-se do aniversário dos amigos. Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir. Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia. Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios. Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite! Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade. Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo. Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta. Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour! Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus! Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos! GLÓRIA KALLIL 

COMO ACABAR COM UM CASAMENTO

10/07/2011

Alimentos que cachorro e gato NÃO podem comer!

Resolvi pesquisar sobre e li que nossa forma de absorção é diferente que a dos animais, assim como o sistema digestivo do gato é diferente da do cachorro, e que temos bactérias diferentes no estomago, facilitando a digestão de alguns tipos de alimentos. Enquanto o alho para a gente pode ajudar como um antiinflamatório e serve como tempero para nossa comida, mas para os cães pode ser fatal. 
E isso serve para os alimentos de que falaremos mais abaixo.
Xilitol: é uma substancia que já foi indicada por muitas pessoas e em vários sites para ser colocado na água dos cães. A prescrição é para prevenir tártaros e problemas bucais.Por causa dessa indicação, vários cães foram intoxicados e muitos morreram.

Por isso, muito cuidado na hora de pegar uma informação: sempre confira com o veterinário antes de tomar alguma decisão em relação ao seu bichinho.Sei que muitos ficam apreensivos em ir a um veterinário e pagar uma consulta somente para fazer uma pergunta, mas tenho certeza que, se você der uma ligadinha, ele não vai se importar de responder sobre o assunto e, ainda, se for necessário, vai pedir para você passar no consultório. 
Vou publicar o que eu achei no site: http://murall.com.br/como-evitar-alimentos-venenosos-aos-caes/ “Existem alguns alimentos comuns a mesa dos humanos que são letais para cachorros. É importante saber sobre eles para evitar envenenamento ou problemas severos até fatais para seu melhor amigo. 

1. Entenda que, mesmo se for seguro para você comer um determinado alimento, isto não significa que seu cachorro deve comer dele também.

2. Familiarize-se com os alimentos humanos mais comuns que são venenosos aos cães (e alguns para gatos):Chocolate contém theobromina (um derivado da metilxantina). É venenoso e pode ser fatal ao cachorro. Sintomas de envenenamento por chocolate vão de vômito, diarréia, falta de fôlego, micção frequente, sede, convulsões, hiperatividade, arritmia cardíaca e possivelmente morte. O efeito negativo depende da qualidade, quantidade e do peso do animal.Café/cafeína (encontrada em chás, Coca ou Pepsi Cola etc) têm o mesmo efeito que o chocolate. Cafeína, como a teobromina, é um derivado da metilxantina com efeitos similares em cães. Álcool pode causar vômitos, diarréia, falta de coordenação, apnéia (falta de fôlego), acidez no sangue, coma e morte, assim como nos humanos. A diferença é que cães são menores (o peso do animal afeta o efeito de venenos e remédios) e menos adaptáveis, sendo assim mais sucetíveis à intoxicação. Cebolas, alho e cebolinha de todos os modos (secos, frescos, cozidos) contém tiosulfato, que irrita o trato gastrointestinal do cão. Uma dosagem relativamente alta (600-800g) em uma única refeição ou ao longo de alguns dias pode danificar os glóbulos vermelhos (anemia hemolítica).Nozes de macadâmia (tanto cruas quanto torradas, assim como manteiga de macadâmia) contém uma toxina desconhecida que causa dificuldades motoras: fraquezas, falta de fôlego, tremores e membros inchados. Macadâmia é comum em cookies, logo tome cuidado com o que dá de comer a seu cachorro. Uvas e uvas passas - podem causar insuficiência renal. Não se sabe qual a substância das uvas que causa estes efeitos. Uvas passas são encontradas em diversos biscoitos e bolos. Abacate - a substância chamada de persina pode causar vômitos, diarréia e problemas cardíacos. Fermento - presente em massas de bolos e pães antes de cozinhar. O fermento vai continuar a crescer no estômago de seu cão e pode causar inchaços, gases (lembre-se de que cães não conseguem arrotar) e até ruptura dos intestinos e estômago. Carne e ovos crus - assim como nos humanos, estes alimentos podem conter as bactérias salmonella e E. coli. Ovos crus contém uma enzima (avidina) que pode causar problemas de pele e pêlo no cão. Leite - cães não têm muita lactase, a enzima que digere a lactose, e o consumo de leite de vaca pode causar inchaços, diarréia e outros problemas digestivos.Xilitol - pode causar falha do fígado pelo excesso de liberação de insulina, vômitos, letargia e perda de coordenação. Não demora para que os sintomas da insuficiência hepática sejam visíveis - em alguns dias. Tome cuidado pois a substância está presente em vários produtos, como doces, chicletes, pasta de dentes e alguns alimentos assados. Ossos de Animal - alguns ossos podem sufocar, ou podem quebrar em lascas que ficam alojadas no trato digestório. Ofereça ossos longos e com tutano, pois são menos propensos a quebrar, ou ossos artificiais que degradam devagar. 3. Verifique os alimentos que compartilha com seu cão com cuidado. Muitos destes ingredientes estão presentes em biscoitos, pães, bolos, conservas e outros alimentos processados. É muito importante tomar cuidado com o que dá a seu cão para evitar estes alimentos venenosos. 4. Dê a seu cão uma dieta saudável e balanceada. Verifique os alimentos apropriados para seu tipo de cão e faça visitas regulares ao veterinário para verificar se seu cão está em boa forma.Minimize os lanches da mesa dos humanos para seu cão. Isto encoraja maus hábitos no cão e no humano, e borra a linha entre quais alimentos são bons e quais são ruins para o cão. 5. Contate seu veterinário REALMENTE DE CONFIANÇA, PORQUE, INFELIZMENTE, MUITOS NÃO DEVERIAM JAMAIS TEREM SE FORMADO na área humana, nem na animal, imediatamente, se vir algum sinal de fraqueza, envenenamento, falta de coordenação, letargia, espuma na baba ou qualquer outro comportamento incomum vindo destes alimentos. Como em qualquer caso de envenenamento, a demora pode ser fatal, portanto não hesite.  Uma dica: enfie em sua gharganta, norra de café, para que obrigue a vomitar. Há outras pessoas que tiveram sucesso, fazendo-o engolir, talvez aos pedacinhos com água, não sei rpecisar isso, CARVÃO, porque ele absorve o veneno e ajuda na expulsão do mesmo.Dicas• Apesar deste artigo ser dirigido a donos de cães, alguns destes alimentos (incluindo, mas não restrito ao chocolate e cafeína) também são venenosos aos gatos. • Pão assado não traz problemas, se for em pequenas quantidades. • Mostre às crianças esta lista e ensine a elas bem cedo o que podem e o que não podem dar aos cachorros. • Leve seu cão ao veterinário imediatamente: se ele mostrar qualquer sinal de envenenamento ou um dos sintomas descritos acima e se ele consumir qualquer destes alimentos.• Tome cuidado: porque você já deu a seu cão um alimento ruim uma vez, não significa que ele pode consumi-lo. Algumas toxinas demoram para sair do organismo do cão, e o efeito da dosagem pode ser cumulativo, causando uma reação severa ou fatal depois de uma certa quantidade.”Gabriela Rodrigues (com adendo de etrceiros)

30/06/2011

II Encontro em Pesquisa sobre Tuberculose na Bahia acontece em julho

Acontece de 28 a 30 de julho o II Encontro em Pesquisas sobre tuberculose na Bahia. O evento, que ocorrerá no Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia, é coordenado pelo pesquisador da Fiocruz Bahia, Sérgio Arruda.

O II Encontro terá a participação da Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose, do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (prefeitura e Secretaria de Saúde do Estado) e de dois convidados estrangeiros: os pesquisadores Lee W. Riley, da Universidade da Califórnia, e Robert Wallis. O evento contará também com renomados pesquisadores brasileiros da área.

O evento é direcionado a estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais da área de saúde. As inscrições devem ser feitas através do link: http://www.researchintb.xpg.com.br/EPTBa/II_EPTBa.html

A realização e apoio do Encontro são da Fiocruz, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, Universidade Federal da Bahia, GMK Diagnósticos e Fundação José Silveira.
Publicado em: 30/06/2011
Fonte: Ascom CPqGM