6 de fev. de 2010
3 de fev. de 2010
DESIGNER QUE EU DESEJAVA TER EM CASA
Marcadores: ARTEAchei líndissimo esses designers e escolhi diversos para presentear o Blog, decorando com peças raras. Não foi me informado o criador, portanto se meus leitores souberem, por favor informe no "comentário rodapé da matéria".
NOTA: INDIQUE A FONTE CASO CONHEÇA
1 de fev. de 2010
HOJE ENCONTREI SEU CÃO
Marcadores: PROTEÇÃO ANIMALHoje encontrei seu cão. Não, ele não foi adotado por ninguém. Aqui por perto, a maioria das pessoas já têm vários cães; aqueles que não têm nenhum não querem um cão. Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o deixou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez, ele estava bem longe da casa mais próxima e estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata.
Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele. Para ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular nos seus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. Para ver o perdão em seus olhos pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim à sua procura... Mas eu não era você. E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava.
Ele virou as costas e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele. Ele só sabe que você não está lá, sabe apenas que precisa te encontrar. Isso é mais importante do que comida, água ou o estranho que pode lhe dar essas coisas.
Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Eu nem sei seu nome. Fui para casa, enchi um balde d'água e uma vasilha de comida e voltei para o lugar onde o havia encontrado. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele havia buscado abrigo do sol e um pouco de descanso. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa encontrá-lo.
Aguardei na esperança de que voltasse para buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida que havia trazido fizessem com que confiasse em mim e eu pudesse levá-lo para casa, cuidar do machucado da pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que agora você não faria mais parte de sua vida. Ele não voltou aquela manhã e, quando a noite caiu, a água e a comida permaneciam intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar seu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha, que lhe daria o destino do qual você achou que o estava salvando - depois de dias de sofrimento sem água ou comida.
Voltei ao local antes do anoitecer. Não o encontrei. Na manhã seguinte, voltei e vi que a água e a comida permaneciam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamar seu nome! Sua voz é tão familiar para ele. Comecei a ir na direção que ele havia tomado ontem, sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas.
Algumas horas mais tarde, a uma boa distância do local onde eu o havia visto pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede não o atormentava mais. Sua fome havia desaparecido e suas dores haviam passado. O machucado da pata não o incomodava mais. Agora seu cão está livre de todo esse sofrimento. Seu cão morreu.
Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar aqui ontem para que eu pudesse ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios. Rezei, pedindo que sua jornada o tenha levado àquele lugar que acho que você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá... E eu sofro, pois sei que, se ele acordasse agora, e se eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado.
(Fonte não indicada, quem souber por favor comentar para dar o devido crédito)
29 de jan. de 2010
BICHO É FAMÍLIA
Marcadores: PROTEÇÃO ANIMALBicho é família
Pois é... A gente sempre diz que parente a gente não escolhe, mas amigos, sim. E bicho é a mesma coisa: se você tem um, é porque escolheu. No momento em que você levou pra casa, o bicho é pra sempre.
Uma amiga me ligou um dia falando que ia dar o cachorro dela porque não aguentava mais a bagunça. E que ela estava aprisionada por que tinha que levar o bichinho 3 vezes na rua, e coisa e tal...
Mas é claro, gente! Se você não mora numa casa com quintal, tem que levar o seu cão pra fazer xixi e cocô. Se você trabalha o dia todo, tem que deixar comida pro gato, pro passarinho, pra tartaruga, pro animal que for...
Aí eu perguntei pra essa amiga: Você tem coragem de mandar o cão embora? Quando a gente adota um bicho ele vira família! Você faria isso com um filho, um pai?
Por isso, antes de levar um bicho pra casa, pense se você tem estrutura, tempo e, mais importante de tudo: amor suficiente pra dar.
Bicho dá trabalho e exige atenção... O bicho que você tem em casa depende só de você. E ele fica ali, te amando o tempo todo, mesmo quando você nem tá aí pra ele...
Pensa nisso, então: Muito mais do que ração, banho, remédio, os nossos bichos esperam amor da gente.
Não devolva um bicho apegado a você como se fosse um produto com defeito. Se você está pensando em ter um bicho, ótimo! Os bichos enchem a nossa casa de alegria e fazem um bem danado pro nosso coração.
Então eu vou repetir: Bicho é família...
Uma vez dentro da nossa vida, é pra sempre mesmo
Fonte ignorada, sabendo favor comentar
11 de jan. de 2010
NOSSA JUVENTUDE...
Marcadores: JUVENTUDEA capacidade intelectual dos jovens de 14 anos nos dias hoje equivale aos jovens de 12 anos de 1976. Em pouco mais de 30 anos perdemos dois anos.
Uma equipe de psicólogos dos King’s College de Londres testou 800 jovens com idades entre 13 e 14 anos e compararam os resultados com testes semelhantes realizados em 1976.
Os testes objetivaram medir a compreensão de conceitos científicos, tais como volume, densidade e peso.
Bem, no resumo final da ópera, tudo que exigiu altos graus de compreensão caíram drasticamente, só para comparar, em 1976 cada 1 em 4 jovens atingiam o nível necessário, nos testes atuais, apenas 1 em 10, ou seja, caiu em mais de 50%.
Os jovens hoje não estão conseguindo lidar com informações complexas, e os psicólogos acreditam que a maior queda ocorreu entre os últimos 10 a 15 anos.
Muitas razões são exemplificadas para tentar explicar esta queda acentuada no nível de pensamento dos jovens. Primeiramente alega o cientista que houve muitas alterações nas atividades de lazer infantil. Os adventos das televisões a cabo com uma quantidade enorme de canais, jogos de computador substituíram os antigos brinquedos com ferramentas e outros mecanismos. Ainda alegam que faltam nas escolas matérias de artes, artesanatos, carpintaria, tricô, utilizar ferramentas, blocos, várias atividades que estão sendo negligenciadas.
Mais a frente, os cientistas se preocupam que cada vez menos jovens estarão seguindo a carreira das ciências, menos pesquisadores, tudo leva a crer que na média estaremos involuindo.Bem, os números comprovam, nossas crianças têm tudo para serem menos inteligentes. Chegamos ao ápice? Chegou a hora de retroceder?
FONTE:http://www.dailymail.co.uk/news/article-1080791/Dimming-How-brainpower-todays-14-year-olds-slipped-radically-just-generation.html
FONTE:http://www.dailymail.co.uk/news/article-1080791/Dimming-How-brainpower-todays-14-year-olds-slipped-radically-just-generation.html
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