28 de jan. de 2009
FACULDADE DE MEDICINA DO ABC - SP Utilidade Pública
Nada é impossível!!!!!
Repassem!!!
A Equipe de Oncologia da Faculdade de Medicina do ABC informa que, além do tratamento de todos os casos oncológicos inteiramente grátis, estão com protocolo novo para câncer de pulmão e mama, com novos medicamentos que ainda não estão disponíveis no mercado e que estão dando uma nova perspectiva no tratamento destas duas neoplasias. Caso vocês conheçam alguém que tenha um destes dois tipos detumores e queiram fazer o uso deste novo protocolo, poderão indicaresta equipe, pois o tratamento, além de gratuito e inédito, faz parte de projeto multicêntrico mundial.
Endereço: Centro de Pesquisa em Oncologia
Av. Príncipe de Gales, 821 - anexo 3 - Oncologia.
Santo André SP (Prédio da Faculdade)
Fone: (11) 4993.5491
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POR FAVOR , repasse a tantos quantos você puder.
Só quem enfrenta problemas semelhantes sabe a importância de uma opção nova, uma esperança nova.
Vera Lúcia S.Cunha
Secretária da Pós-Graduação de Pneumologia
A gente brinca muito, mas na hora de falar sério a gente também tem que colocar a mão na consciência e ajudar o próximo.
Dr. Eurico Tavares
22 de jan. de 2009
Às vezes, o problema está diante de nós, e fechamos os olhos para ele...
Mães e pais, vamos fazer a nossa parte. Não podemos deixar nossos filhos sem orientação. As mães tem que se ajudar entre si.
Ao escrever o texto que recebi vou omitir os nomes das pessoas e da escola. Acho ético.
Abraços Suedmar
A professora pediu aos alunos que fizessem uma reação e que colocassem nessa redação o que eles gostariaam de Deus fizessem por eles. A noite, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada. O marido, nesse momento, acaba de entrar, a vê chorando e diz:
- O que aconteceu?
Ela respondeu:
- Leia
Era a redação de um menino.
Senhor, esta noite eu te peço algo especial: me transforme em um televisor. Quero ocupar o seu lugar. Viver como vive a TV da minha casa. Ter um luar especial para mim e reunir minha familia ao redor... Ser levado a sério quando falo... Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem questionamentos, Quero receberf o mesmo cuidado especial quando não funciona. E ter a compranhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado. E que minh mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em ve de ignorar-me. E ainda que meus irmãos "briquem" ara estar comigo. E por fim, que eu posa divertir a todos.
Senhor não te peço muito. Só quero viver o que vive qualquer televisão!
Naquele momento, o marido de ..... disse:
- Meus Deus, coitado desse menino! Nossa, que coisa esses pais!
E ele lha
- Esta redação é do nosso filho.
17 de jan. de 2009
RECIFE PELA 1a. VEZ














RECIFE PELA 1a. VEZ














RISCO NA GRAVIDEZ - MEIO MILHÃO DE MULHERES POR FALTA DE CUIDADOS MÉDICOS
Meio milhão de mulheres morrem todo ano em decorrência da falta de cuidados médicos durante a gravidez e o parto, e 4 milhões de bebês não completam um mês de vida.
O levantamento A Situação das Crianças no Mundo foi divulgado ontem em Paris pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Ele reafirma a relação entre pobreza e mortalidade de mães e filhos: grávidas têm 300 vezes mais chances de morrer em países em desenvolvimento do que em nações ricas.
Segundo o documento, 50% das mortes ocorrem em 10 países - 7 da África e 3 da Ásia. Enquanto o risco de morte de uma mãe em países industrializados é de 1 caso para cada 8 mil, em áreas de pobreza é de 1 para 76.
Mais de 99% das 536 mil mortes de mães em 2005 se deram em áreas de pobreza. Na Nigéria - o pior país do mundo para uma gravidez -, a chance de morte é de 1 em 7.
Segundo levantamento do Unicef feito no Afeganistão, a chance de um bebê nascido em áreas pobres sobreviver após a morte da mãe é de 25%. Além disso, um recém-nascido nesses países corre 14 vezes mais risco de morrer nas primeiras quatro semanas de vida.
Entre as causas de mortalidade, estão hemorragias - 25% do total -, infecções, complicações decorrentes de abortos, hipertensão e obstrução do trabalho de parto.
Brasil - Após a posse do novo presidente da Fiocruz, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse não reconhecer o ranking do Unicef que mostra a subida do Brasil da 113ª posição para a 107ª entre nações com índices mais altos de mortalidade infantil. Disse que os dados do Unicef estão defasados, mas não houve tempo para que o fundo corrigisse o ranking.
Matéria publicada no Estado de São Paulo em 16/01/2009
extraída da Revista da Associação Paulista de Medicina (http://www.apm.org.br/aberto/noticias_conteudo.aspx?id=6982)
CUIDADO INSETO "AEDES ALBOPICTUS" JÁ ESTÁ NO BRASIL
Porém, além de combater o único transmissor do vírus da dengue no país, o Ministério da Saúde está preocupado com outra espécie, cujo nome ainda não é tão familiar aos brasileiros: o Aedes albopictus, primo do popular mosquito e que já é responsável por alguns surtos de dengue no sudeste da Ásia.
Já há registro do inseto em quase todos os estados do país - só não foi encontrado no Amapá, Acre, Piauí e em Sergipe. O albopictus foi identificado pela primeira vez no Brasil em 1986, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
"Desde então, combatemos o mosquito junto com o aegypti", garante Fabiano Pimenta, secretário-adjunto de Vigilância em Saúde do ministério.
Apesar da inexistência de casos de dengue transmitida pela espécie asiática, Pimenta diz que o órgão está em alerta, pois o inseto tem potencial para se transformar em um vetor da doença. Ele explica que os agentes de campo dos municípios são treinados para coletar e eliminar as larvas das duas espécies. "Não vamos pagar para ver a sua capacidade."
O Aedes albopictus é tema de diversos estudos que monitoram seu avanço no país e que buscam estabelecer as principais diferenças entre ele e o Aedes aegypti. O maior problema apontado pelo secretário do Ministério da Saúde é que o albopictus tem maior capacidade de resistir ao frio e maior capacidade de criar gerações que já nasçam infectadas por vírus que podem ser transmitidos ao homem (transmissão vertical).
"Mas vale lembrar que esse hábito não está confirmado no país. Estamos atentos à adaptação da espécie a uma nova realidade", afirma Pimenta.
Autora de um estudo em andamento sobre as principais diferenças entre o aegypti e o albopictus, a bióloga da Fundação Oswaldo Cruz Tamara Camara observa que o fator preocupante em relação ao mosquito asiático é que se trata de uma espécie de áreas silvestres com capacidade de se adaptar bem ao meio urbano. "O albopictus pode ser uma verdadeira ponte entre esses dois ambientes, capaz de trazer ao meio urbano certos vírus, como o da febre amarela silvestre."
Balanço - Balanço preliminar do Ministério da Saúde sobre a proliferação da dengue mostra que o país teve cerca de 760 mil casos da doença no ano passado. Entre janeiro e agosto, foram 734.384 pessoas infectadas, enquanto, no mesmo período de 2007, o número foi de 514.589. Foram 212 mortes em 2008, ante 158 no ano anterior.
Com 240.411 ocorrências, o Rio de Janeiro lidera o ranking do levantamento parcial. Em seguida, vêm o Ceará (63.838), Minas Gerais (59.858) e o Rio Grande do Norte (42.952). Os dados consolidados devem ser divulgados nos próximos dias. De acordo com Fabiano Pimenta, o orçamento para combater a doença em 2009 deve ser pelo menos R$ 120 milhões maior do que o do ano passado, que ficou em R$ 1,08 bilhão.
Fonte: Matéria no site UOl em 15/01/2009
Publicado na Revista Associação Paulista de Medicina.
Uso inadequado - Remédio causa estresse respiratório
Lendo a Revista da APM - Novembro de 2008 - nº 594, encontrei uma matéria que há anos atrás, eu já ouvia minha mãe falar, que se usamos em excesso em nossos filhos o Vick Vaporub, quando eles estivessem "entupidos" (ditado popular da vovó), ele poderia não fazer o bem e sim o mal. Vick Vaporub, quem não conhece aquele remédio das antigas, que passa de vó para mãe, de mãe para filho e de filho para netos e assim sucessivamente.
Uso inadequado
Remédio causa estresse respiratório
O Vick Vaporub, remédio comum para resfriado, pode causar estresse respiratório em crianças com menos de dois anos de idade quando aplicado de forma inadequada diretamente abaixo do nariz, sugeriram pesquisadores.
Segundo eles, esta maneira de usar o produto pode causar nas pequenas vias respiratórias das crianças um inchaço, repleto de muco, que provocaria uma série de problemas respiratórios.
“A única contra-indicação que vimos é em crianças pequenas, quando o produto é colocado abaixo do nariz”, diz Bruce Rubin, da Escola de Medicina da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte.
Rubim acrescentou que os componentes do Vick podem ser irritantes, levando o corpo a produzir mais muco para proteger a via respiratória. E uma vez que bebês e crianças têm vias respiratórias muito mais estreitas que a dos adultos, qualquer aumento do muco ou inchaço pode estreita-las seriamente.
“A empresa está certa de que o produto nunca deve ser aplicado abaixo do nariz ou no nariz de ninguém, e também não deve ser usado em crianças com menos de dois anos’, afirmou Rubin, cujo estudo aparece na revista Chest.
Embora os pesquisadores só tenham testado o produto Vick, Rubin disse que produtos similar, incluindo a versão genérica, pode causar o mesmo efeito negativo em bebês e crianças.
David Bernens, porta-voz da empresa responsável pela fabricação do produto disse que a descoberta é uma surpresa. “O Vick foi provado seguro e efetivo em vários testes clínicos. Está no mercado há mais de 100 anos”, justificou Bernens, observando que o rótulo informa que o produto não deve ser usado em crianças menores de dois anos, sem orientação médica, e não abaixo do nariz.
Matéria publicada no Jornal do Brasil em 15/01/2009
(matéria também divulgada no site da Associação Paulista de Medicina site http://www.apm.org.br/aberto/noticias_conteudo.aspx?id=6975)
Férias consumidor pode suspender serviços de TV por assinatura quando for viajar
A medida, que é um direito do assinante de TV paga, está prevista na Resolução Normativa 488, de 3 de dezembro de 2007, segundo informa o Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo).
Segundo o texto da resolução, uma vez a cada 12 meses, o assinante pode suspender o serviço pelo prazo mínimo de 30 dias e máximo de 120 dias, sem qualquer custo. Ao final do período, o sinal poderá ser restabelecido, também sem ônus, sendo que a operadora terá 24 horas para religar o serviço.
Baixa utilização
De acordo com o Instituto, muitos consumidores ainda não estão familiarizados com as regras da resolução e deixam de exercer seus direitos, o que explicaria a baixa utilização do benefício, apesar da opção estar disponível por mais de um ano.
Procuradas, as empresas de TV por assinatura Net, Sky e TVA, por meio de suas respectivas assessorias de imprensa, informaram não possuir dados sobre o percentual de clientes que solicitam o serviço.
Outros benefícios
A Resolução 488 traz ainda outros benefícios ao consumidor. Um exemplo é a determinação para que não haja obrigação de fidelização, por parte do cliente, na hora de contratar os serviços de determinada prestadora.
Para o Ibedec, a fidelização só é recomendável quando o assinante tem a certeza de que não irá rescindir o contrato antecipadamente ou que os benefícios oferecidos compensam o tempo estipulado de carência.
(fonte não divulgada, se alguém souber por favor comente. É muito importante sabermos a fonte).
Suedmar